O céu azul, cúmplice e amigo, fechou os olhos a tal feito e prometeu-me aventuras e sonhos sem fim. Era doce a minha nuvem, de uma frescura refrescante e de um toque suave ao paladar que fazia cócegas no meu céu da boca, brincando com os meus dentes e com a minha língua.
Com o Sol a bater-me na cara, fui em bicos de pés até à janela de Lisboa e de braços bem esticados agarrei-a, sem fazer muita força para não a machucar e puxei-a para mim, depois com um brilho nos olhos trinquei-a como quem trinca algodão doce em plena feira popular. Milhares de recordações inundaram a minha mente e fizeram daquele momento algo único e deleitoso como a minha nuvem.
Satisfeito voltei-a a pô-la no céu e com as estrelas como testemunhas voltei a sentar-me na cidade, brincando com as sombras que nas ruas refrescavam as pessoas.
Fechei os olhos e adormeci , ao acordar limpei a cidade com um forte suspiro
Lavei a cara com o orvalho da manha e como não queria estragar do que já estava feito , fui morar para outro lugar, recomeçar noutro sítio, noutro lugar .
Acordar todos os dias esquecendo o dia anterior , recomeçar
Lavei a cara com o orvalho da manha e como não queria estragar do que já estava feito , fui morar para outro lugar, recomeçar noutro sítio, noutro lugar .
Acordar todos os dias esquecendo o dia anterior , recomeçar
1 comentário:
Lindo o teu sonho
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