Passeando os olhos pelos jornais, afinando os ouvidos para os blocos de notícias das estações de rádio que nos fustigam com "caixas" de sensação de meia em meia hora, vendo os telejornais que nos entram casa dentro sei de catástrofes, epidemias, pandemias, lutas, desditas, mortes, infelicidades, miséria, invejas, ciúmes, corrupção, vilanias, cobardias, traição, desnortes.
Tudo tão negativo nestes média que consumimos em masoquismo latente, em sofreguidão de saborear desgraça alheia com que todos sem excepção pactuamos passivamente no nosso dia-a-dia .
Findo um episódio a comunicação social depressa encontra outro mais tenebroso ainda. Eu percebo perfeitamente que há um certo tipo de imprensa que vive e se alimenta deste tipo de histórias mas o mais caricato de tudo é que todos dizem que não costumam comprar dessas revistas é um pouco como os concertos do Tony Carreira do qual ninguém gosta mas estão sempre esgotados.

3 comentários:
Tu vives aqui faz tantos anos, mas sentes isso! É aquilo que eu sinto nestes dois anos de Capital.. Na Aldeia da estória, só lia o Jornal do Basagueda e as cartas do tchonô, na sueca, quando o apanhava distraido. É bom saber que depois de tanta contaminação, ainda continuas imune. E depois também gosto de josé cid. Abraço amigo.
Mas eu tenho um sonho que se resume ao seguinte: Tu lá no palco deste novo Clube, a fazer um solo de viola e eu a a fazer um solo do zé Caldeireiro!
do que tu te fostes lembrar !!!!!
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